sábado, 23 de junho de 2012

Encerramento do ano escolar 2011/12 no Infantário

O ano escolar 2011/12 está a encerrar aqui em Portugal.
Todas as escolas fazem o seu encerramento organizando, conforme podem, algumas actividades para fecharem o ano.
Hoje foi a festinha de encerramento do infantário onde está o meu neto JP.
Todos muito pequeninos e com a ajuda incansável das Educadoras conseguiram nos mostrar, a nós, pais,  avós e demais familiares e amigos, como conseguem participar nas actividades propostas.
Eles até tocaram instrumentos de percurção feitos com potinhos de yogurte, uma gracinha em que todos souberam chocalhar e acompanhar a música que passava.
Em altura de Santos Populares não podia faltar a Marcha e lá desfilaram e dançaram todos alegremente.
Muito engraçado ver eles meio intimidados, quase sem saberem o porquê de tanta confusão e com tantos pais, tios e avós a olharem para eles e a baterem-lhes palminhas.

Houve também uma apresentação da ORQUESTRA GERAÇÃO do núcleo:

Escola EB1 Alexandre Herculano ( Ajuda)
Rua Nova do Calhariz nº4
1300 – 428 Lisboa
Directora – Prof Emília Ribeiro
Coordenadora Musical – Prof Juliana Radke


Já há alguns anos que tenho conhecimento deste projecto, mas não tinha tido ainda oportunidade de vê-los ao vivo. Hoje fiquei muito satisfeita e agradecida que tivessem se apresentado ao vivo no auditório onde me encontrava.

Vários núcleos estão já espalhados por vários centros escolares de Portugal, incentivando muitos jovens à aprendizagem  da música, a saber ocupar seus tempos livres, a aprender a serem organizados e a ter regras de convivência com a sociedade em que vivemos.

Se tiverem interesse em tomarem mais conhecimento sobre este projecto da ORQUESTRA GERAÇÃO deixo aqui o endereço para tomarem conhecimento http://www.orquestra.geracao.aml.pt/ 

Esta Orquestra, aqui em Portugal  surgiu em 2007 por iniciativa conjunta da Escola de Música do Conservatório Nacional, Câmara Municipal da Amadora e Fundação Calouste Gulbenkian.

Alguns dos professores que fazem o ensino e coordenação  do projecto, saíram da Escola da Orquestra Metropolitana de Lisboa, de onde também tem saído muitos músicos que estão espalhados pelo Mundo fora tocando em grandes Orquestras. 

Pelo que vi no site da Orquestra Geração, não tem nenhuma ligação com a Metropolitana de Lisboa, a pesar de muitos  dos seus colaboradores terem lá sido formados.

Deixo aqui meu louvor a todos os componentes deste Projecto.



Há uma primavera em cada vida: é preciso cantá-la assim florida, pois se Deus nos deu voz, foi para cantar! 
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada que seja a minha noite uma alvorada, que me saiba perder...para me encontrar....








quinta-feira, 7 de junho de 2012

Limão e Cravo

Vi esta dica no blogue da amiga Rosa Costa mas estava sem foto. Então fui procurar  e vi que os limões são usados cortados ao meio e não é que eu pensei que eram inteiros...rsrsr
Até serve para decorar, os cravinhos ficam lindos sobre o limão, não ficam?

Como afastar moscas e mosquitos!



Limão e Cravo.
Esta dica é ótima para quem fará as refeições ao ar livre,churrasqueira...Cravos espetados em limão afastam as moscas e os mosquitos. Um repelente eficiente e barato. Posso garantir que funciona mesmo.
O limão, quem diria, tão apreciado nas caipirinhas, não tem o mesmo prestígio entre as moscas e os mosquitos. Aliado ao cravo, ajuda-nos a combater o Aedes Aegypt. Repelente de mosquitos O cravo-da-índia, espalhado por superfícies, é muito utilizado para afastar formigas. Contra moscas e mosquitos era novidade, até que experimentei e fiquei admirado com os resultados. Faça como na foto. Enterre alguns cravos em meio limão. Faça isso com 3 ou 4 limões e espalhe pela casa.
Mais uma arma para afastar os mosquitos e se prevenir contra a dengue,malária e outras doenças transmitidas por mosquitos.Use também na geladeira para afastar maus odores.
COLABORE COM O MEIO AMBIENTE,LEIA COMO EM VERDE QUE TE QUEO VERDE

sábado, 2 de junho de 2012

Com melhores fotos


Fotos tiradas, agora com máquina fotográfica.
As outras fotos de postagens anteriores, tinham
sido tiradas com telemóvel e não estavam perceptíveis





E.... o bichinho do artesanato, ficou adormecido.

Um pedaço do PRA que apresentei em Abril passado, onde falei como comecei a trabalhar em artesanato.
Hoje ando a montar bonecos com restos de panos, lãs, feltros e a recordar esses tempos atrasados.

"Como o salário do meu marido era pequeno, queria conseguir algo que fizesse em casa para assim complementar e poder contribuir nas despesas da casa.

Uma pessoa de família tinha nessa altura uma loja de roupas para cama e mesa. Um dia em que conversávamos ela deu-me a ideia de fazer umas pequenas bonequinhas de cheiro para serem usadas nos guarda-roupas.
Vim para casa, vasculhei sacos com restos de lãs, tecidos e consegui executar três cabeças de bonecas com alfazema. Quando as acabei fui deixá-las na loja da minha prima, para ver se as vendia. Passados alguns dias já tinham sido vendidas.
Recebi o dinheiro e fui comprar um novelo de lã, pedaços de renda e alguns centímetros de tecido. Fiz umas duas bonecas, muito simples, num modelo de que me lembrava de quando era menina e moça.
Elas tinham um chapéu e dentro dele eu acondicionava flores de alfazema junto com algodão que quando se apertava exalava um belo aroma.


Foi assim que comecei o meu trabalho de artesã a partir de sobras que havia em casa.


Trabalhei em artesanato durante uns doze anos, fazendo vários trabalhos em diversos materiais, tais como cetim, papel de parede, papel crepe e flores artificiais. Foi um trabalho que fiz com muito amor e carinho e que me vi obrigada a abandonar ao fim dos doze anos. "

 
E.... o bichinho ficou adormecido. Hoje, passados uns doze, treze anos esse bichinho está a ganhar asas de novo.
Será que chegará a ter asas para voar?

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Aquela

Aquela que deixou de ser quem era
No interior guarda os sonhos por concretizar

Trocar sonhos por realidades é frustração guardada
Com suas mãos ela disfarça a perda acontecida
Em prol duma paz exterior
Monta ponto sobre ponto, pedaço sobre pedaço
Tanto constrói como destrói


MariaGasparAbril/2012


Teteca de calção e botas altas




















Teteca de calção escocês castanho, blusa verde com aplicações de tecido rendado, com botões de perola verde.
Gôrro branco de tricô.
Botas altas em feltro com aplicação de fivela.
Comprimento: 46 cm



Fotos tiradas com telemóvel

segunda-feira, 28 de maio de 2012

1ª Magricelinha

















Boneca Magricelinha para pendurar.
Cheia de detalhes.
Feita com feltro, trapilho e restos de tecidos.
Alt.: 29 cm

Foto pouco legível tirada com telemóvel

quarta-feira, 23 de maio de 2012

terça-feira, 22 de maio de 2012

Terapia do Elogio Arthur Nogueira (Psicólogo)

Recebi por mail achei muito actual e verdadeiro.




Terapia do Elogio
por: Arthur Nogueira (Psicólogo)

Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios, não existe mais carinho,... não valorizam mais as qualidades, só se ouvem críticas. As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros. Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.
A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando, amigos, etc.
Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto.
Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias. A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios. Acabam com seus casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.
Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, subordinados . Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.
Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo, a boa dona de casa, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro, é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.

Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?
Então elogie alguém hoje!
Tipo:
VC SABIA Q 99,9% DA POPULAÇÃO NÃO SABE QUE VC EXISTE? POIS AKI VAI UM ABRAÇO DE 0,01% QUE ESTÁ SUER FELIZ POR VC EXISTIR!!



Tenha uma ótima semana!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Juntando pormenores

A juntar pedaços com entremeio e tiras de trapilho
*
Pormenores


* *
"Na vida não importa saber se estou ao lado de Deus.
O que importa realmente é saber se Deus está ou não ao meu lado."

Citação de Abraham Lincoln

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Minha almofada

Eu disse que voltava e aqui estou eu.
Tem algum tempo que venho a juntar pedaços de tecidos acolchoados, que vem  a acondicionar embalagens durante os transportes.
São tecidos quase todos de cores muito claras, brancos, cremes e azuis suaves.
Alguns desses acolchoados separo os tecidos, dos dracalons (enchimento sintético em placas), das espumas e de uns  outros forros muito fininhos, também sintéticos, que não sei dizer o nome, sei que se forram sapatos, malas e outras coisas com isso.
Para mim é uma pena jogar tudo isso no lixo por várias razões. Então, eu guardo e tento dar alguma utilidade a tudo a pouco e pouco.
Comecei por juntar algumas placas acolchoadas, sem as separar e fiz o enchimento para a almofada da minha cadeira "de trabalho".
Tirei algumas fotos, com o telemóvel, que não estão nada apresentáveis, mas sigo aquela máxima "quem não tem cão... caça com gato", contudo, penso que dá para dar uma ideia do resultado.
Ora vejam.

Placas acolchoadas cortadas
para o enchimento da almofada                                          Tampo da almofada já finalizada

Acolcoados montados para encher almofada

Almofada finalizada, feita de pernas de calças com o vivo também de tecido
de roupa já descartada.


Mais tapetes de trapilho

Hoje andei na rebuscagem de fotos no telemóvel.
Encontrei algumas que já estavam esquecidas, entre elas,
estava esta de um tapete que terminei o mês passado para o meu quarto.
A fotografa é ruim e a captar com telemóvel....
ficam pouco legíveis as imagens, mas é o que tenho neste momento.
Gostei da combinação de cores e do desenho.
*
Acabei um outro que vai ficar na sala de estar e que na foto parece pequeno.
Ele acompanha toda a largura do sofá de 3 lugares.
A foto foi tirada aqui na casa de Lisboa,
mas ele vai para a outra casa lá do interior, por isso não se vêem os sofás...rsrsr


Mais logo volto, para mostrar mais umas coizitas.





terça-feira, 17 de abril de 2012

Achei lindo

O Artesanato faz parte de mim e da minha vida.
Desde muito pequena que tenho gosto por fazer pequenas coisas. Sou uma autodidacta naquilo que faço e o pouco que aprendi com professores não o coloquei em prática.
Aprendi durante um ano a trabalhar com ourivesaria em estanho, que amei pois pude dar largas às possibilidades que a maleabilidade do estanho nos ´dá. Não continuei porque ganhei alergia aos produtos químicos usados para trabalhar com a solda. Mas gostei muito do trabalho. Nessa altura fui convidada para trabalhar com a prata, mas não me achei com capacidade para tal.
Nesse mesmo ano iniciei também a pintura em chacota de azulejo, com uma professora que foi pintora da fabrica de azulejos Sant'Anna, que por sinal, fica aqui próximo de casa. Foi uma das coisas que mais gostei de fazer mas que nessa altura não tive possibilidades de continuar por motivos familiares e logísticos.
Todo o resto que fiz e  faço aprendi por mim própria.
Passo muito tempo, net fora, admirando trabalhos de outros.
Dou muito valor ao trabalho de outros, talvez por saber entender o trabalho que as coisas dão para se efectuarem, por também fazer algumas coisas.
Hoje estava a ver um blogue do qual sou seguidora há um tempinho, o Calma que estou com pressa quando dei conta estava no Flick a ver as fotos de outra artesã, esta espanhola. "Sisquei" de um lado "sisquei" do outro até encontrar o blogue dela.


http://fabicontusmanos.blogspot.pt/2012/03/combinacion-de-zentangle-y-arcilla.html

Bem!.... fiquei encantada com tanta coisa linda que por lá vi e resolvi deixar aqui a ligação para poderem  conhecer este cantinho que achei lindo.
O endereço acompanha a foto na legenda

O sentido de belo é diferente de pessoa para pessoa, aquilo que eu gosto e acho belo, outros podem não o sentir assim.

Fico por aqui, já dei a conhecer mais um pouquinho de mim e de outros, volto outra hora.
Tudo de bom para todos, sejam felizes e façam alguém feliz, por minha parte eu estou tentando isso.

domingo, 15 de abril de 2012

Os cheiros ficam na nossa memória

Na continuação do post anterior, deixo aqui alguns paragrafos que escrevi no trabalho que fiz e que talves tenha sido uma das melhores recordações que relembrei.
Penso que os cheiros que sentimos pela nossa vida fora, apesar de não serem palpáveis, são recordados com grande facilidade pelo nosso cérebro tanto os mais agradáveis como os menos agradáveis.
.....
"Lembro-me da existência de algumas fábricas, tais como a Cordoaria Nacional, situada na Junqueira, em frente ao belo Chafariz da Junqueira, de onde saíram, durante anos, as cordas, velas, tecidos para a alfaiataria e para Bandeiras da Marinha Portuguesa. O edifício hoje faz parte do Museu da Marinha e a sua construção foi determinada por decreto do Marquês de Pombal e provavelmente o seu traçado terá sido do arquitecto Reinaldo Manuel dos Santos na segunda metade do século XVIII
Estação da CARRIS em Stº Amaro Lisboa
Já perto de Santo Amaro, ainda na Junqueira, estava a fábrica das bolachas “Aliança” e um pouco mais na frente, em Stº Amaro a Fábrica de chocolates “Regina” e que na minha memória olfactiva, ainda resta o aroma de bolacha e chocolate e não o gosto de bolachas e chocolates, porque eram coisas que se comia apenas em alguns dias de festa.
Ainda em Santo Amaro encontra-se ainda hoje, a estação de Stº Amaro onde eram guardados, reparados e até montados os carros eléctricos da Companhia Carris de Lisboa.
Entre o Largo do Calvário e em Alcântara ficava uma fábrica de sabão e uma de adubos. Ao passarmos por esses lugares, todo o cheiro que se tinha sentido nas fábricas das bolachas e dos chocolates era ocupado pelo mau cheiro que essas fábricas exalavam. Estas duas fábricas poluíam bastante o ambiente circundante e certamente terá sido uma das razões pelas quais se deslocaram para fora de Lisboa."

Clementina
Abril/2012
.....

sexta-feira, 13 de abril de 2012

O meu triciclo azul

Hoje sem querer, voltei à minha infância de quando nas ruas brincava de roda ou de triciclo.

Numa bela tarde de sol de Primavera ou de Verão, não me recordo, andava eu a dar a volta ao bairro, ou seja ao quarteirão, no meu triciclo de banco madeira pintada de azul, que o Menino Jesus me tinha deixado na chaminé, quando eu tinha quatro anos.

Esse triciclo azul que um dia carreguei debaixo do braço, para fugir do polícia que a brincar, me inquiria ao voltar da esquina com sua voz séria de autoridade:

- O que anda a menina a fazer sozinha, a esta hora na rua?

Acho que não voltei mais à rua com esse velocípede, pois não entendi que a pergunta do polícia era de brincadeira. Entrei em casa cansada, ofegante e lavada em lágrimas. O triciclo arrumadinho ficou atrás da porta do quarto do meio, esse triciclo que ainda recordo, nunca mais de lá saiu para brincar na rua.

Mas a brincar de roda ou às escondidas eu continuei com os meninos e meninas da minha idade nos largos passeios de então.

Os passeios largos calcetados de pedra branca eram largos e a estrada de paralelepípedos de basalto preto .Os carros que por lá passavam eram poucos e estacionados menos ainda, lembro-me apenas de quatro carros pertencentes aos vizinhos que tinham negócio próprio.

O do senhor Rogério que tinha uma drogaria, o do senhor Lopes que também era droguista aqui no bairro, o do senhor Mendes que era dono de uma fábrica de fechos de correr e o outro era a furgoneta cinzenta escura, do senhor Varela que para arrancar, o baixinho, subia em cima da manivela que ligava ao motor e com os pés forçava-a para que o motor arrancasse e pudesse então sair e fazer a distribuição e venda dos produtos de mercearia.

O Varela distribuía tudo ou quase tudo que as mercearias então vendiam. Uma das coisas que vendia era a Farinha Amparo, que dava prémios na troca de umas quantas embalagens vazias. Lembro de ter ganho uma boneca de Papelão quase tão grande como eu. Foi a boneca maior que tive e que muito bem a tratei durante vários anos. Lembro-me vagamente do vestido que minha mãe lhe fez, porque eu ainda não sabia como se fazia.

A minha prima Isabel, mais velha do que eu dois anos e muito mais desinibida do que eu, pois eu era muito envergonhada e chorona, deixa eu dizer isso, para que ela não o diga, também teve uma boneca igual à minha.

Ainda me lembro do tanque de lavar roupa, que ficava ao cimo das escadas íngremes de cimento, onde ela um dia decidiu dar banho à boneca. Coitada da boneca só tomou um banho na vida. O cartão inchou e se desfez na água do banho e lá foi ela, desfez-se para nunca mais voltar aos braços da sua amiga e dona que deve ter chorado baba e ranho sem tamanho.

O PRA que terminei ontem, fez-me recordar algumas vivencias desde menina, este texto não fez parte desse PRA, mas estes factos foram nele lembrados também.

Recordar é viver e foi isso que acabei de fazer.

Meu abraço fraterno

Clementina Gaspar

13 de Abril de 2012

Olá


Foto via google


Olá,
Hoje completei mais uma etapa na minha vida.
Não foi começada por iniciativa própria, mas assim mesmo decorreu razoavelmente.
Com alguns altos e baixos e a ajuda das formadoras cheguei ao fim.
Quero agora vir a entender, um dia, quais os ganhos profissionais que irei usufruir.
Até breve

domingo, 1 de abril de 2012

Torta ou Rocambole de Bacalhau

Hoje fiz uma receita de Torta de Bacalhau (Rocambole de Bacalhau) que me acompanha há alguns anos e que faço de longe em longe.
Foi uma receita  que tirei do Programa Mais Você há alguns anos.
Como tinha algumas coisas para preparar hoje, fiz a Torta, que até ficou bonitinha, mas não tirei foto e o site tem lá uma mas está tão sem graça que não a adicionei.
Várias pessoas que provaram pediram a receita, por isso deixo aqui para quem queira experimentar.
Quem não gosta de bacalhau pode fazer com outro peixe, fica bom na mesma.
Já fiz de pescada e fica muito boa também.

Torta de Bacalhau
(Rocambole de Batata e Bacalhau)


http://www.receitas.com/maisvoce/rocambole-de-batata-e-bacalhau-4d5069b052e0b252bc000c67
Ingredientes
Para o rocambole (Torta)
• 250 g de batata inglesa cozida, espremida e quente
• 1 colher (sobremesa) de manteiga
• 2 gemas
• 2 colheres (sopa) de queijo ralado
• 1 pitada de noz-moscada
• 1 colher (sopa) de amido de milho
• 1 colher (sopa) de farinha de trigo
• 1 colher (chá) de fermento em pó
• 1/2 xícara (chá) de leite
• Sal a gosto
• 2 claras em neve
Para o recheio
• 2 dentes de alho amassados
• 1 colher (sopa) de manteiga
• 1 xícara (chá) de leite
• 1 colher (sopa) de farinha de trigo
• 1 gema
• 1 colher (sopa) de molho de tomate (Não usei)
• 250 g de bacalhau demolhado,desfiado grosseiramente
• Cheiro-verde picado a gosto
Para a montagem
• 1 gema misturada com 1 colher (sopa) de azeite
• Queijo parmesão ralado para polvilhar

modo de preparo
Para o rocambole (Torta)
Numa tigela, junte 250 g de batata inglesa cozida, espremida, ainda quente, 1 colher (sobremesa) de manteiga, 2 gemas, 2 colheres (sopa) de queijo ralado, 1 pitada de noz-moscada, 1 colher (sopa) de amido de milho, 1 colher (sopa) de farinha de trigo, 1 colher (chá) de fermento em pó, 1/2 xícara (chá) de leite e sal a gosto.
Misture bem e acrescente 2 claras em neve.Mexa delicadamente para agregar todos os ingredientes.
Leve para assar numa forma rectangular (33 cm x 21 cm x 1,5 cm) forrada com papel-manteiga, untada e polvilhada com farinha de trigo, por 20 min a 180ºC.
Para o recheio
Numa panela, doure o alho na manteiga, acrescente o leite, a farinha de trigo e a gema.
Mexa rapidamente até ferver e engrossar.
Cozinhe em fogo médio por 3 min.
Acrescente 1 colher (sopa) de molho de tomate.
Deixe esfriar.Junte o bacalhau desfiado grosseiramente e o cheiro-verde a gosto.
Para a montagem
Desenforme a massa sobre um pano húmido, espalhe o recheio e com o auxílio do próprio pano enrole o rocambole.
Transfira para um prato de serviço que possa ir ao forno, pincele a mistura de 1 gema com 1 colher (sopa) de azeite, polvilhe queijo parmesão ralado e leve ao forno por 20 min para dourar.


Decore a gosto.



Espero que gostem

sexta-feira, 30 de março de 2012

Doces animados






Numa associação com o Blogue e Facebook de Doces Animados surgiram estas galinhas carregadinhas de CakePop's.











As Galinhas fui eu que montei, vi na net umas parecidas feitas em caixas de ovos de cartão.


Ficaram umas embalagens engraçadas, não ficaram?

Mas acho que ficaram também muito gostosas com os CakePop's dentro.

Lá nos Doces Animados podem encomendar várias coisas e também vão começar Workshops.

Os Bolos 3D são um espectáculo, não esqueçam de dar uma passadinha por lá para verem.


Façam uma vizitinha que vão gostar.  < Cliquem aqui para entrar lá no "DOCES ANIMADOS"

segunda-feira, 26 de março de 2012

Mais aproveitamentos de retalhos





3 cestas para uma estante de casa de banho, feitas de aproveitamentos de retalhos.
Eram pedaços que já traziam enchimento de dracalon.
A rendinha eu tinha.
Não ficaram um pouquinho maiores porque o tecido foi à justa.
Como alguém diz:
- Lixo que virou luxo

Boa semana