quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Botinhas quentinhas

Estão vendo porque ando desaparecida do pedaço?
Estas são as primeiras fotos daquilo já fiz.

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Hoje venho conversar um bocadinho

Olá amigas e a todos que por aqui passam. Tenho andado um pouco escondidinha dos blogues, tanto daqui como dos blogues amigos. O frio, a chuva e a falta de Sol deixa-me sem vontade de andar por aí. Por outro lado também ando ocupada com umas coisas pequeninas, que ando a fazer e que me tem ocupado um pouco, depois eu mostro, por enquanto ainda não tenho quase nada acabado.
O que me levou agora a vir escrever algo, foi um comentário feito por uma blogueira MILAI que é seguidora do Blogue FIOS DE ALFAZEMA. A minha curiosidade em saber quem comenta as postagens leva-me a entrar em diversos Blogues e foi por isso que fui ter no blogue da Milai. Deparei-me com um Aviso da Milai, que referenciava um comentário anónimo, de alguém de mal com a vida, certamente e que nesse dia a sua lotaria, calhou em sair aí. Essa pessoa, sim um anónimo, será uma pessoa com pelo menos um nik, que não quis aparecer, apenas quis deitar para fora a raiva que sente de não saber fazer coisas (ou não querer fazer) tão bonitas como tantas que aparecem net fora. Mas isso acontece por todo o lado aqui na net, seja em blogues ou até mesmo em grupos de amigos. Uma pessoa da minha família, que também tem um blogue, já lhe apareceu um comentário idêntico, chamava-a de velha também e dizia-lhe umas coisas também desagradáveis. Será um anónimo que deve tomar umas "biritas", depois pega no computador e sai por aí disparando a torto e a direito suas balas de raiva, porque na realidade será uma pessoa fraca que não consegue superar seus recalques. Porque não pega esse anónimo em tintas, pincéis, linhas, tecidos, papeis, colas, madeiras...etc... e faz algo de útil?... sabemos muito bem, nós que nos dedicamos a fazer manualidades, que aquilo que fazemos, mesmo que não seja para vender, é uma terapia para nós porque enquanto estamos entretidos com essas manualidades a nossa mente fica ali suspensa e não pensamos em coisas inúteis. Vamos seguir em frente e não ligar a esses que só nos querem desestabilizar. Manualidades sim.... Desocupados não!

domingo, 10 de janeiro de 2010

Nevou e minha alma se alegrou

Mais uma voltinha na cama quente, no fim de noite mal dormida porque me cheirava a fumo de lareira, ideia que me ficou por estar todo o dia, a deitar lenha na fogueira, porque o frio se fazia sentir dentro e fora de casa.
A porta do quarto se abriu e o meu marido falou:
-Nem te passa pela cabeça o que está a acontecer!
Dizia-me ele à porta do quarto, quando eu ainda me enrolava mais um pouco nos cobertores da cama quentinha.
E... eu respondi:
- Está a nevar certamente!
Abri o estore, a janela deixei fechada, porque o frio se fazia sentir desde sexta-feira quando ali chegámos e sabia que não devia abri-la.
Na manhã de céu escuro, a ventania soprava farrapinhos brancos, como se de algodão se trata-se.
Branca e leve e que frio que fazia que nem fogueira acesa aquecia.
Caía um pouco e parava, voltava a cair mas teimava em água se desfazer quando ao chão chegava.
Pela terceira vez vi nevar e na minha memória vou guardar, tão lindo espectáculo.
Este fim-de-semana de Janeiro/2010 foi assim, muito frio e com neve à mistura.

Boa semana e espero que as temperaturas subam um pouco.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Hoje deu-me a nostalgia....

clique na imagem para visionar o postal inteiro


Hoje deu-me a nostalgia e fui cuscar, o meu outro blogue.... encontrei este "Postal" que fiz e apeteceu-me trazê-lo para cá, com um recadinho a quem me dedicou estas palavras.
Catarina este foi-me dedicado um dia, quem sabe, também te dediquem palavras tão sentidas quanto estas. Ser mãe é assim uma luta constante pelos filhos sem esperarmos louvores, mas que sabem bem receber.
Um beijo da tua mãe, para ti futura mamãe.
Clementina

domingo, 13 de dezembro de 2009

Tapetes

Hoje trago dois tapetes que fiz em crochet.

O primeiro usei trapilho nas cores vermelho, roxo escuro e cinzento.
Ficou com as medidas de 90 x 57 cm
Quem olha para ele não destingue que seja feito em trapilho, talvez porque o trapilho vermelho é estampado nas cores roxas, alguns salpicos brancos, azul escuro e um pouco de branco.


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Este segundo tapete já o fiz há uns dois anos, durante umas férias de verão em que andei a dar volta a coisas que tinha esquecidas lá por casa. Achei então, um saco com bastantes restos de fios de lã e de fibras e cada um tinha sua grossura, as quantidades de fio não davam para fazer nem umas botas de dormir e lá fiquei eu às voltas que fim iria dar a tanto resto de fio.
Lembrei-me então de juntar alguns fios de várias cores e grossuras e formar um fio mais ou menos grosso, para usar uma agulha grossa na confecção de um tapete....e... quando acabava uma ponta de fio, ligava-lhe outra ponta mais ou menos da mesma grossura.
Como tinha alguns fios com um pouco mais de quantidade, consegui mantê-los de modo a formar riscas e lá o fui fazendo até acabar os fios que tinha.
Para ser usado na casa de campo, acho que ficou engraçado.

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

A nossa lingua portuguesa...

Não resisto em não deixar aqui este texto, que já vagueia há muito pela internet, muitos já conhecem mas assim mesmo aqui fica

Um homem chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:
- Faz favor: frango frito, favas, farinheira...
- Acompanhado com quê?
- Feijão.
- Deseja beber alguma coisa?
- Fanta fresca.
- Um pãozinho antes da refeição?
- Fatias fininhas.
O empregado anota o pedido, já meio intrigado: "o tipo fala tudo com F's!"

Depois do homem terminar a refeição, o empregado pergunta-lhe:
- Vai querer sobremesa?
- Fruta.
- Tem alguma preferência?
- Figos.
Depois da sobremesa, o empregado:
- Deseja um café?
- Forte. Fervendo.

Quando o cliente termina o café:
- Então, como estava o cafézinho?
- Frio, fraco. Faltou filtrar formiguinha flutuando.
Aí o empregado pensa: "Vamos ver até aonde é que ele vai".
- Como é que o senhor se chama?

- Fernando Fagundes Faria Filho.
- De onde vem?
- Faro.
- Trabalha?
- Fui ferreiro.
- Deixou o emprego?
- Fui forçado.
- Por quê?
- Faltou ferro.
- E o que é que fazia?
- Ferrolhos, ferraduras, facas... ferragens.

- Tem um clube favorito?
- Fui Famalicense.
- E deixou de ser porquê?
- Futebol feio , farta.
- Qual é o seu clube, agora?
- Farense.
- O senhor é casado?
- Fui.
- E sua esposa?
- Faleceu.
- De quê?

- Foram furúnculos, frieiras... ficou fraquinha... finou-se.
O empregado de mesa perde a calma:
- Olhe! Se você disser mais 10 palavras começadas com a letra F... não
paga a conta. Pronto!
- Formidável, fantástico. Foi fácil ficar freguês falando frases fixes.

O homem levanta-se e dirige-se para a saída, enquanto o empregado ainda lança:
- Espere aí! Ainda falta uma!
O homem responde, sem se virar:
- Faltava.


Votos de bom fim-de-semana