sexta-feira, 1 de junho de 2012

Aquela

Aquela que deixou de ser quem era
No interior guarda os sonhos por concretizar

Trocar sonhos por realidades é frustração guardada
Com suas mãos ela disfarça a perda acontecida
Em prol duma paz exterior
Monta ponto sobre ponto, pedaço sobre pedaço
Tanto constrói como destrói


MariaGasparAbril/2012


2 comentários:

DONA GAM disse...

QUE PROFUNDO O TEU POEMA, COLEGA!! PARABÉNS. MUITO PROFUNDO, DE VERDADE!

BrancaLisboa disse...

Obrigada,
Meu abraço fraterno
Clementina