A nossa vida nunca é como nós queremos ou como nós a arquitectamos.
De um momento para o outro acontecem coisas, que nos tiram o tempo, corremos de um lado para o outro e sobra a falta de disposição para nos dedicarmos àquilo a que estávamos acostumados a fazer.
Tenho andado arredada dos Blogues, por falta de tempo e falta também de alguma disposição.
Quero dizer que a pouco e pouco vou tentar entrar nos blogues amigos e deixar um alô.
Meu abraço a todos.
terça-feira, 13 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Tarde quente Ribatejana
Tarde quente Ribatejana
Ele tilinta, tilinta
Procuro e não encontro
Remexo, remexo e do saco tudo tiro
Onde está o maldito?
….e… ele tilinta, tilinta
Já não lembro onde o meti
….e… ele tilinta, tilinta
Caiu no chão, que lá, não o fazia
E o tilintar acabou!
Quem chamou? Quem era?
Porque toca com tom musical?
Porque outro não tem?
O desentendido acompanha o esquecido
O mouco sem ajuda interioriza o sentir
Só, acompanhada, sem nada poder dizer
A poeira se levanta do chão revolvido
Os campos arados que ficam para trás
Olho o Sol brilhante e quente que diz:
- Bem vinda Primavera!
Maria Gaspar
12 Abril 2010
Ele tilinta, tilinta
Procuro e não encontro
Remexo, remexo e do saco tudo tiro
Onde está o maldito?
….e… ele tilinta, tilinta
Já não lembro onde o meti
….e… ele tilinta, tilinta
Caiu no chão, que lá, não o fazia
E o tilintar acabou!
Quem chamou? Quem era?
Porque toca com tom musical?
Porque outro não tem?
O desentendido acompanha o esquecido
O mouco sem ajuda interioriza o sentir
Só, acompanhada, sem nada poder dizer
A poeira se levanta do chão revolvido
Os campos arados que ficam para trás
Olho o Sol brilhante e quente que diz:
- Bem vinda Primavera!
Maria Gaspar
12 Abril 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
Bonecas de Crochê

Mulheres: isto é sabedoria feminina!
Homens: cuidado com o silêncio das mulheres!
Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos.
Homens: cuidado com o silêncio das mulheres!
Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos.
Eles tinham compartilhado tudo um com o outro.
Eles tinham conversado sobre tudo.
Eles não tinham segredo entre eles afora uma caixa de sapato que a mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela.
Assim por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela caixa de sapato.
Mas um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não sobreviveria.
Visto isso o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto da cama da mulher. Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa.
Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de dinheiro que totalizava 95 mil dólares.
Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou:
- Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê.
O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto pensava 'Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa. Ela ficou com raiva de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.'
- Querida!!! - ele falou - Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo de onde veio?
- Ah!!! - ela disse - Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas.
***************
PRECE:
Senhor, dai-me sabedoria para entender os homens, amor para perdoá-los e paciência para aturá-los, Senhor, porque se eu pedir força, eu bato neles até matar.
Eu não sei fazer crochê, Amém
*
*
Nota:
Mandaram-me hoje este texto via mail, li e achei interessante e queria reparti-lo com quem por aqui passasse.
Lembrei-me de arranjar uma imagem e achei esta que vai na postagem.
Não é que quando leio o texto referente à imagem a Sonia Maria também a tinha recebido.
Mesmo assim eu deixo aqui a mensagem porque gostei bastante do texto, que por acaso penso que já conhecia.
Agora quando estiver a fazer crochet .... vou lembrar desta história que foi escrita com muita sabedoria.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Um rebentinho desabrochou hoje
Um novo rebentinho da familia desabrochou hoje.
Pequenino mas muito lindo o rapaz.
Numa visitinha de dois minutinhos, só lhe vi o rostinho redondinho.
Estamos todos babados e felizes e desertos de o ter nos nossos colinhos.
Pequenino mas muito lindo o rapaz.
Numa visitinha de dois minutinhos, só lhe vi o rostinho redondinho.
Estamos todos babados e felizes e desertos de o ter nos nossos colinhos.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Foi?
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Oliveira do meu quintal
Raízes agarradas na profundidade
Sustentas tronco largo irregular,
Denunciando séculos que por ti passaram.
Foste abanada, varejada e até serrada
Se choraste, não te ouviram
Teus frutos, dás a quem os apanhe.
Pisados e bem apertados dão o óleo que casas e templos Iluminam.
Dás alimento a quem trabalha
Das sementes e dos ramos outras filhas brotarão
És lenha para aquecer o lar e o coração
Tantos contos terás para contar
A quem à tua sombra se sentar.
Nos teus ramos quantos passarinhos pousam, cantam e seus filhotes criam
Hoje estás despida das tuas folhas para mais tarde te engalanares e teu ciclo continuares.
Dizem que és a árvore do meu dia
Que para ti agora olho Oliveira e quero aceitar a paz que transmites
No silêncio dos dias que passam correndo, sem por eles se dar conta
Eu irei e tu ficarás, para mais histórias ouvires e contares a outros, que se seguirão.
Séculos e Séculos de resistência sem guerras, para exemplo dares ao Homem
Que teima em não aprender a lição.
Pensando em 09 Fevereiro de 2010
(Clementina Gaspar)
Sustentas tronco largo irregular,
Denunciando séculos que por ti passaram.
Foste abanada, varejada e até serrada
Se choraste, não te ouviram
Teus frutos, dás a quem os apanhe.
Pisados e bem apertados dão o óleo que casas e templos Iluminam.
Dás alimento a quem trabalha
Das sementes e dos ramos outras filhas brotarão
És lenha para aquecer o lar e o coração
Tantos contos terás para contar
A quem à tua sombra se sentar.
Nos teus ramos quantos passarinhos pousam, cantam e seus filhotes criam
Hoje estás despida das tuas folhas para mais tarde te engalanares e teu ciclo continuares.
Dizem que és a árvore do meu dia
Que para ti agora olho Oliveira e quero aceitar a paz que transmites
No silêncio dos dias que passam correndo, sem por eles se dar conta
Eu irei e tu ficarás, para mais histórias ouvires e contares a outros, que se seguirão.
Séculos e Séculos de resistência sem guerras, para exemplo dares ao Homem
Que teima em não aprender a lição.
Pensando em 09 Fevereiro de 2010
(Clementina Gaspar)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
- Porque foi assim?
Até ao infinito meus pés arrastarei
incomodada sigo cansada, galgando por montes e vales,
debaixo de nuvens escuras que carregam os sonhos perdidos,
de uma vida passada na esperança e com a esperança desfeita,
o vazio incomodo que teima em ficar.
Sento-me na pedra fria, minha alma gela e pára.
Pára para não continuar a perguntar:
- Porque foi assim?
(divagando 08/02/2010 Clementina Gaspar)
incomodada sigo cansada, galgando por montes e vales,
debaixo de nuvens escuras que carregam os sonhos perdidos,
de uma vida passada na esperança e com a esperança desfeita,
o vazio incomodo que teima em ficar.
Sento-me na pedra fria, minha alma gela e pára.
Pára para não continuar a perguntar:
- Porque foi assim?
(divagando 08/02/2010 Clementina Gaspar)
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